Artigos

3 11, 2017

Crianças brasileiras estão entre as mais estressadas do mundo, segundo Pisa.

2017-11-06T19:57:39+00:00 Artigos|

O Programa Semente, aplicado em escolas brasileiras, ensina a lidar com as emoções e comportamento. De acordo com estudo, 56% dos alunos entrevistados  relataram tensões relacionadas à escola De acordo com estudo realizado com mais de 500 mil estudantes de 72 países, crianças brasileiras estão entre as mais estressadas dentro da escola no mundo inteiro. Os dados de 2015 são referentes ao Pisa — Programa Internacional de Avaliação de Estudantes promovido pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico). 56% dos entrevistados relataram tensões relacionadas à escola. Entre os países com menor percentagem de alunos ansiosos estão: Holanda (39%), República Tcheca (40,5%) e Alemanha (41,5%). Nas colocações mais altas estão Republica Dominicana (com 80%), Brasil (81%) e Costa Rica, em primeiro lugar, também com 81%. Quando falamos em ansiedade, podemos até pensar naquele frio na barriga ou, nos casos mais extremos, no medo exagerado. Mas a [...]

1 11, 2017

Xii… Deu Branco!

2017-11-01T15:07:58+00:00 Artigos|

Leia as dicas do Dr. Celso Lopes de Souza, psiquiatra e criador do Programa Semente, sobre como controlar a ansiedade na hora da prova O enfrentamento das provas dos vestibulares mais concorridos do país talvez seja o primeiro grande desafio profissional dos jovens. É fácil mensurar esse desafio: a conquista de uma vaga em uma universidade pública no curso de medicina, por exemplo, significa obter um prêmio de cerca de R$ 500.000.00 – preço médio que o aluno pagaria pelo curso em uma universidade particular. Um candidato que não apresentar um grau de excelência nos quesitos técnicos (conhecimento do conteúdo programático) e emocionais (administrar a ansiedade no momento da prova) terá sérias dificuldades para obtenção de êxito. Nesse contexto, estou preocupado com o equilíbrio psicológico. Por que tanta gente “derrapa” no momento da prova? O que faz com que candidatos [...]

18 09, 2017

Carta aos Pais – Inteligência x Esforço

2017-09-18T11:40:06+00:00 Artigos|

"O esforço e a prática fazem a inteligência aumentar" O supervisor pedagógico do Colégio Cassiano Ricardo, prof. Oscar Gonçalves Junior, enviou uma carta aos pais dos alunos comunicando o novo projeto da escola e orientando-os sobre a importância de valorizar mais o esforço e as atitudes dos filhos do que enfatizar apenas seus resultados. Com isso, ajudariam a aumentar a inteligência deles. O texto vem ao encontro do que o Programa Semente ensina e que estudos recentes têm comprovado: possuir determinação é mais importante do que ser apenas talentoso. Vale destacar que determinação e perseverança são competências que dependem de outros fatores, como conhecer bem suas emoções e saber adequá-las para manter-se focado e dedicado, tomando as melhores decisões. Todas essas são habilidades trabalhadas pelo Programa Semente. Saiba mais sobre os cinco domínios aqui. Apresentamos a carta na íntegra: Durante [...]

18 08, 2017

Estudo da Psicologia Positiva é fundamental para trabalhar habilidades socioemocionais em sala de aula

2017-09-19T15:41:37+00:00 Artigos|

Conceito, que tira o enfoque unicamente dos distúrbios, está sendo abordado em escolas brasileiras pelo Programa Semente Quando o assunto é Psicologia, logo vêm à cabeça tópicos como depressão e ansiedade. Por causa disso, essa ciência acaba sendo socialmente relacionada a questões negativas da vida das pessoas. Isso ocorre porque os aspectos positivos da Psicologia não costumam ser pautados com a mesma profundidade. A Psicologia não trata somente de distúrbios, mas também de sensações boas, como felicidade, empatia e respeito. É o que afirma um dos autores do Programa Semente, Helder Kamei. “Precisamos entender que a questão psicológica também deve abranger o bem-estar das pessoas. A felicidade e a autoconfiança, por exemplo, devem ser desenvolvidas juntamente com a prevenção de transtornos psicológicos” – afirma Helder, que também é presidente da Associação de Psicologia Positiva da América Latina (APPAL). A Psicologia [...]

18 08, 2017

BNCC avança ao incluir ensino de aprendizagem socioemocional

2017-09-19T15:39:16+00:00 Artigos|

*Por Tania Fontolan A versão final da nova Base Nacional Comum Curricular (BNCC), encaminhada ao Conselho Nacional de Educação (CNE), será referência nacional obrigatória para escolas públicas e privadas. A preocupação em desenvolver habilidades como resiliência, empatia e responsabilidade estão presentes no texto – das 10 competências básicas propostas pela BNCC, 3 são de ordem socioemocional. Conhecer-se, apreciar-se e cuidar de sua saúde física e emocional; ter capacidade para lidar com as emoções; exercitar a empatia, o diálogo e aprender a resolver conflitos; agir com resiliência, determinação e autonomia serão em breve competências a serem trabalhadas dentro da sala de aula.  É o que diz o texto divulgado pelo MEC e é a que as instituições de ensino brasileiras deverão cada vez mais dar atenção. Incluir essas habilidades como disciplina obrigatória já é realidade em países referência em educação, como [...]

18 08, 2017

Como a escola e os pais podem ajudar?

2017-08-22T11:06:21+00:00 Artigos|

Acredita-se que o amadurecimento é um processo gradual, por isso, trabalhar o emocional da criança o mais cedo possível é o primeiro passo para que ela cresça hábil emocionalmente. Além disso, quanto menor a faixa etária, maior deve o monitoramento do uso das redes, e os responsáveis por isso são os pais, que devem ser o maior exemplo de responsabilidade e empatia para os pequenos. Os educadores também têm um importante papel nessa trajetória, que é explicar com dinâmicas e de forma didática as consequências da irresponsabilidade, e como praticar a empatia. “Tudo isso cria uma atitude mais responsável diante das coisas. Gera pessoas melhores”, conclui Tania.

18 08, 2017

O Programa Semente ensina crianças a usarem as redes sociais de forma responsável

2017-09-19T15:36:42+00:00 Artigos|

Combinação de domínios, como autocontrole, empatia e decisões responsáveis, podem prevenir consequências provocadas pelo mau uso da internet Vivemos na era das redes sociais, em que tudo acontece instantaneamente. A internet pode ser muito útil para trabalhar, estudar e transmitir conhecimentos. Entretanto, quando não utilizada corretamente, pode ser extremamente perigosa, principalmente nas mãos de crianças e adolescentes. Infelizmente, é comum a ocorrência de agressões virtuais – como o cyberbullying – e outras consequências prejudiciais às crianças e aos jovens. Por vezes, eles são alvos de ataques ou até os causadores da ação, já que a imaturidade e a falta de informação para lidar com uma ferramenta de alcance universal podem causar danos de grande repercussão. A antropóloga Tania Fontolan, diretora-geral do Programa Semente, acredita que a instantaneidade das redes ofusca o entendimento do que é público (o que pode ser [...]

18 08, 2017

Por que a aprendizagem socioemocional precisa estar nas escolas?

2017-09-19T15:34:27+00:00 Artigos|

* Por Celso Lopes de Souza Entrar no mercado de trabalho, prosseguir os estudos, exercer a cidadania. Há um consenso, entre os especialistas, de que os 12 anos de Educação Básica devem preparar os jovens para esses três desafios. Além disso, todos querem que suas filhas e seus filhos sejam realizados pessoal e profissionalmente. A pergunta que costumo fazer é: apenas com aulas convencionais de Português, Inglês, Matemática, História, Geografia ou Ciências é possível conseguir isso? Durante muito tempo, acreditou-se que sim. No entanto, não são raros os casos de estudantes com ótimas notas no Ensino Fundamental e no Ensino Médio que se tornam adultos frustrados e infelizes; analogamente, alunos e alunas com problemas de aprendizado nas disciplinas do currículo tradicional podem ser, no futuro, profissionais bem-sucedidos e cidadãos responsáveis. Convivi com essa realidade muitas vezes, tanto nas conversas com [...]

18 08, 2017

Como as escolas vão melhorar seu ranking no Enem (e a educação brasileira)

2017-09-19T15:31:10+00:00 Artigos|

*Por Eduardo Calbucci Sempre que é divulgado o resultado do Enem por escola, que é transformado num problemático ranking (pois coloca na mesma régua instituições de ensino com propostas pedagógicas muito distintas), surgem hipóteses para explicar o “sucesso” ou o “fracasso” de certos colégios. Acredita-se – e parece que o senso comum vai mesmo nessa direção – que mais aulas, mais conteúdo, mais rigidez disciplinar, mais tarefa de casa, além de professores bem preparados e avaliações rigorosas, são o caminho mágico para colocar uma escola no grupo das “melhores” do país. Uma coisa, porém, que precisamos questionar, como educadores que somos, é: será que os alunos que saem dessas escolas têm sucesso profissional? Será que eles são bons cidadãos? Será que eles são felizes? Não sabemos, essa é a verdade. Porque, embora o sucesso no Enem seja desejável, ele não [...]