tristeza

16 09, 2019

Habilidades socioemocionais ajudam professores a lidar com temas como depressão e suicídio

2019-09-16T15:27:56+00:00 Semente na Escola|

Estar atento aos alunos possibilita que educadores percebam alterações relevantes de comportamento No ambiente escolar, a atuação dos professores envolve, fundamentalmente, aspectos relacionais. Há tempos, as aulas deixaram de ser encaradas apenas como um momento de transmissão de conteúdos, em que os protagonistas eram o professor e a lousa, e o alunos constituíam uma “plateia” que assistia tudo e anotava, fazendo apenas perguntas sobre a “matéria”. “Para desenvolver habilidades que vão além do domínio dos conteúdos conceituais, tais como problematização dos assuntos, trabalho em equipe e capacidade de exposição oral, entre outras tantas, a interação entre professores e alunos precisa ser mais constante e fazer parte da própria relação ensino-aprendizagem”, diz Tania Fontolan, diretora do Programa Semente. “Para que essa interação exista e flua é necessário que os educadores tenham habilidades sociais, em especial a empatia.” Para Tania, estar atento [...]

27 06, 2019

Por que os adolescentes têm mais dificuldade para falar sobre tristeza?

2019-06-27T17:42:50+00:00 Semente na Escola|

Eles podem não ter a maturidade necessária para entender esse sentimento como um processo natural e forma de aprendizado Quando falamos em tristeza na adolescência, a primeira coisa importante é definir esse sentimento. Para Eduardo Calbucci, professor e autor do Programa Semente, podemos colocar a tristeza no espectro das emoções desagradáveis e de baixa energia. Nesse sentido, ela estaria em oposição à serenidade, que é uma emoção agradável (embora também de baixa energia), e à raiva, que é de alta energia (mas também desagradável). “Basicamente, a tristeza está relacionada a uma sensação de perda. Diante disso, podemos ter duas reações distintas: tentar recuperar o que foi perdido (quando isso é possível) ou substituí-lo, colocando outra coisa no lugar”, diz Calbucci. É certo que todos nós passaremos por adversidades na vida - como sair de um emprego, perder uma pessoa da [...]

14 02, 2019

Como as grandes perdas podem se tornar aprendizados

2019-02-14T10:45:48+00:00 Artigos|

*Por Celso Lopes de Souza Uma sucessão de acontecimentos trágicos nos últimos dias colocou os brasileiros diante de um sofrimento coletivo, uma mistura de indignação, frustração, angústia, desânimo. Afinal, grandes tragédias suscitam umas das emoções mais básicas do ser humano: a tristeza, que pode nascer de um sentimento de perda por algo que não se pode ser substituir. Desde muito cedo, somos estimulados a buscar a felicidade. De forma incessante. Evita-se a todo custo a tristeza, não se fala sobre ela, como se essa emoção fosse um monstro à espreita, dissociada da vida humana, distante de nosso dia a dia. É claro que todos queremos viver uma vida alegre, mas é preciso entender que todas as emoções ensinam algo. Aprender a lidar com elas, sejam agradáveis ou desagradáveis, é fundamental para que as pessoas possam se desenvolver de maneira saudável. [...]

27 08, 2018

As habilidades socioemocionais e a importância da tristeza

2018-08-27T11:31:30+00:00 Semente na Escola|

A animação Divertida Mente levanta uma importante discussão em tempos de busca incessante pela felicidade utópica O filme Divertida Mente, vencedor do Oscar de melhor animação em 2016, trouxe uma discussão essencial para os nossos tempos: a importância da tristeza. No longa, as emoções de uma garota de 11 anos ficam confusas quando ela se muda para uma nova cidade. Raiva, Nojinho, Alegria, Medo e Tristeza são os personagens que vivem dentro da mente da menina, conduzindo seus sentimentos. A última terá papel fundamental no desfecho da história. É aí que está o segredo de sucesso do filme. Falar sobre emoções consideradas negativas é um tabu em nossa sociedade. Desde muito cedo somos ensinados a buscar a felicidade de forma incessante. Evita-se a todo custo a tristeza, como se a emoção fosse um monstro à espreita e estivesse dissociada da [...]